Sumário do Conteúdo
Nesse momento, muitas pessoas estão buscando entender como são chamados os diferentes tipos de barulho que ouvemos no dia a dia, e esse interesse demonstra o quanto a terminologia sonsora importa para descrever a nossa realidade auditiva.
Definindo o som: ruído, som e barulho
Antes de entrarmos na lista de como são chamados os sons, é preciso estabelecer uma diferenciação básica entre ruído, som e barulho, porque cada palavra carrega uma conotação específica na descrição da experiência auditiva.
O som é o fenômeno físico que ocorre quando uma onda sonora chega ao nosso ouvido, sendo a base científica de tudo que ouvimos, desde a música até o assobio do vento.
O barulho geralmente se refere a um som desagradável ou disruptivo, enquanto que o ruído muitas vezes é utilizado para descrever uma mistura caótica de ondas sonoras que não formam uma melodia ou um padrão agradável, como o estalo de uma sala lotada ou o zumbido constante de um ar-condicionado.
Classificação pela intensidade e qualidade
Uma das formas mais comuns de categorizar como são chamados os sons é através da intensidade e da qualidade perceptível, o que nos leva a termos específicos para descrever desde o mais suave até o mais estridente.
- Sons graves são aqueles que possuem uma frequência baixa, como o trovão, o som de um tambor pesado ou o ronco de um caminhão, e costumam ser associados a uma sensação de peso ou profundidade.
- Sons agudos são opostos, apresentando frequências altas que podem ser cortantes ou estridentes, como o tilintar de uma colher contra um copo ou o chiado de um pneu no chão.
- Sons melódicos são organizados de forma harmônica, criando música ou canto, enquanto sons dissonantes provocam uma sensação de desconforto devido à falta de consonância, sendo frequentemente descritos como "barulhentos" ou "incômodos".
Sombras da natureza e da vida urbana
A natureza e o ambiente urbano oferecem um leque enorme de como são chamados os sons, variando de formações geográficas até contextos sociais específicos.
Na natureza, encontramos o cantar dos pássaros ao amanhecer, que é um dos sons mais reconhecidos e apreciados por relaxar a mente. Também temos o crepitar das folhas secas no chão, o ulular do vento passando pelas árvores e o zumbido dos insetos, criando uma sinfonia orgânica que poucos ignoram.
Nas cidades, a lista se transforma completamente, refletindo a vida humana intensa. O motor dos carros, o estrondo de uma porta que bate, o clicar dos trilhos do metrô e o buzinar são sons que fazem parte da rotina urbana e definem a identidade sonora de um lugar movimentado.
Som instrumentais versus sons vocais
Outra maneira de responder à pergunta sobre como são chamados os sons é analisando a sua origem, seja ela inanimada ou humana, o que nos leva a uma divisão clara entre o mundo instrumental e o da comunicação verbal.
Os sons instrumentais surgem de objetos ou fenômenos físicos, como o tintinar de uma chave caindo, o rosnar de um fogão a gás ou o estalo de um galho quebrado.
Por outro lado, os sons vocais são produzidos por seres humanos e animais, cobrindo desde a fala e o canto até os mais diversos grunhidos e gemidos. Nessa categoria, destacam-se as palavras, que são sons organizados com um significado específico, e as onomatopeias, que são palavras que imitam o próprio som, como "au-au" para o latido de um cachorro ou "quiqui-quiqui" para o piado de uma galinha, servindo como um recurso linguístico fundamental para tornar a descrição auditiva mais viva e compreensível.
Sombras e ausências: o silêncio como som
É impossível falar sobre como são chamados os sons sem mencionar o silêncio, que, paradoxalmente, é considerado por muitos como o som mais importante e o mais subestimado de todos.
O silêncio não é apena a ausência de som, mas sim um elemento ativo na composição de qualquer experiência auditiva, funcionando como um "som negativo" que permite que outros sons se destaquem e ganhem significado.
Um exemplo claro é o pausa em uma peça de teatro ou em uma música, que cria tensão ou antecipação, ou o sussurro suave que às vezes escutamos em ambientes extremamente quietos, que na verdade pode ser apenas a respiração própria, mas é percebido como um som por causa da concentração.
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O poder dos sons na comunicação e na memória
Para além da classificação técnica, entender como são chamados os sons nos ajuda a perceber o seu verdadeiro poder na construção de memórias, na evocação de emoções e na comunicação não verbal.
Certos sons estão intrinsecamente ligados a memórias profundas, como o tintintinar de uma campainha que nos lembra da infância ou o zumbido de um ar-condicionado associado a uma noite de verão passada em casa.
Portanto, nomear e reconhecer como são chamados os sons ao nosso redor não é apenas uma questão de vocabulário, mas de consciência e apreciação pelo mundo que nos rodeia, permitindo-nos viver de forma mais plena e atenta a cada nova batida que a vida nos apresenta.