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Dominar a concordância verbal e nominal é essencial para quem busca escrever e falar com clareza, precisão e elegância, pois garante que sujeito e verbo, ou sujeito e complemento, estejam sempre em perfeita harmonia gramatical. Quando a concordância verbal e nominal está correta, a mensagem flui naturalmente, o ouvinte ou leitor compreende sem esforço e o texto ganha credibilidade, pois elimina ambiguidades e respeita as regras da língua. Pelo contrário, erros de concordância verbal e nominal causam estranheza, dificultam a interpretação e podem até transformar frases simples em confusas, mostrando a importância de tratar esse assunto com atenção desde o primeiro rascunho.
O que é concordância verbal e por que ela importa
A concordância verbal estabelece a ligação entre o sujeito de uma oração e o seu verbo, de modo que ambos devem estar na mesma pessoa, número e tempo verbal. Essa regra parece simples, mas aparece em situações que exigem atenção, como quando usamos pronomes indefinidos, orações subordinadas substantivas ou sujeitos compostos. Por exemplo, em "Ele ou ela chega mais cedo", o verbo "chega" está na terceira pessoa do singular para combinar com sujeito alternativo, demonstrando como a concordância verbal evita interpretações erradas. Portanto, dominar a concordância verbal e nominal em sua dimensão verbal é o primeiro passo para evitar deslizes que comprometam a clareza da comunicação.
Além disso, a concordância verbal e nominal na forma verbal é crucial para marcar o momento da ação e expressar nuances como tempo, modo e aspecto de forma coerente. Um verbo no pretérito perfeito indica ação concluída, enquanto o presente do indicativo ou subuntivo trazem outras marcas temporais que precisam refletir a lógica do sujeito. Erros nesse ponto, como "Quando o time chegarem, já começamos a festa", quebram a lógica da concordância verbal e nominal, pois o verbo deveria estar na terceira pessoa do plural ("chegarem" está certo, mas o sujeito "time" é singular), gerando uma discordância que pode ser facilmente evitada com atenção na hora de conjugar.
A concordância nominal: regras e exemplos práticos
A concordância nominal trata da ligação entre sujeito e núcleo do sujeito, ou entre determinante e substantivo, garantindo que ambos estejam na mesma grafia de gênero e número. Isso significa que, se o sujeito for composto por vários termos, o verbo ou o adjetivo deve concordar com o núcleo mais próximo ou, em regra geral, com a ideia central que o agrupa. Em "As canções animadas e alegres embalam a festa", o verbo "embaixam" está no plural para acompanhar "canções", mesmo havendo adjetivos no plural também, porque o núcleo "canções" define a concordância nominal. Trabalhar a concordância verbal e nominal nesse sentido ajuda a manter a frase equilibrada e livre de equívocos.
Outro ponto comum de dúvida está nos adjetivos que acompanham substantivos coletivos, como "conjunto", "grupo", "fila". A escolha entre singular ou plural depende de você está nos referindo ao conjunto como um todo ou aos elementos que o compõem. Na concordância verbal e nominal, dizemos "O grupo está chegando" quando falamos da unidade e "Os grupos estão chegando" quando falamos de múltiplas unidades. Da mesma forma, em "O conjunto de músicas agrada a todos", o verbo "agrada" é singular porque o núcleo "conjunto" é singular, mesmo havendo "músicas" no complemento, mostrando como a concordância nominal funciona em cadeias mais longas e exige análise cuidadosa.
Sujeitos compostos e a regra do "ou" e "nem" na concordância
Quando sujeitos são unidos por "e", geralmente o verbo deve ficar no plural, desde que sejam entidades distintas. Porém, a concordância verbal e nominal também prevê exceções quando falamos de sujeitos considerados como um único todo, como em "O Brasil e a Argentina fazem parte do Mercosul", onde o verbo no plural reflete a ideia de dois países atuando juntos. Já com "ou" ou "nem", a regra da concordância verbal e nominal indica que o verbo deve concordar com o sujeito mais próximo. Em "Nem o diretor nem os alunos estão presentes", o verbo "estão" concorda com "alunos", que é plural, e não com "diretor", que seria singular. Entender essas regras evita erros sutis e reforça a exatidão da concordância verbal e nominal em textos mais complexos.
Além disso, é comum surgirem dúvidas com orações subordinadas substantivas como sujeito, especialmente após verbos como "gostar", "depender" ou "agradar". Nesses casos, a concordância verbal e nominal deve considerar o sujeito da oração subordinada, não o verbo principal da matriz. Por exemplo, em "O fato de ele ter chegado atrasado preocupou a todos", o sujeito da oração subordinada é "o fato", que é singular, então o verbo "preocupou" também deve ser singular. Trabalhar a concordância verbal e nominal nesses trechos exige ler com atenção para identificar o núcleo correto e aplicar a regra sem se deixar levar pela estrutura aparente da frase.
Concordância em casos especiais: híbridos, neologismos e pronomes
A língua evolui, e a concordância verbal e nominal precisa acompanhar neologismos, híbridos e pronomes que surgem no cotidiano. Exemplos como "alguém", "ninguém", "ambos" e "cada um" são regidos por regras específicas que, por vezes, geram confusão. Em "Alguém está chamando à porta", o verbo deve ser singular, pois "alguém" é sempre tratado como sujeito singular na concordância verbal e nominal. Já em "Ambos os alunos estão presentes", o verbo em plural acompanha a ideia de dualidade, mostrando como a escolha correta reflete com precisão o significado pretendido. Manter a clareza nesses casos é um diferencial na hora de aplicar a concordância verbal e nominal de forma profissional.
Outro cenário desafiador envolve o uso de pronomes demonstrativos e numeralis, que exigem concordância rigorosa com o substantivo que substituem. Em frases como "Estas são as propostas que analisamos ontem", o pronome "estas" deve concordar em gênero e número com "propostas", reforçando a concordância verbal e nominal ao longo da oração. Da mesma forma, frases como "Trinta alunos faltaram à aula" exigem atenção ao número, pois o verbo "faltaram" está no plural para acompanhar "alunos". Esses detalhes, aparentemente pequenos, são fundamentais para dominar a concordância verbal e nominal e garantir que a linguagem seja sempre clara, coesa e gramaticalmente correta.
Dicas práticas para melhorar a concordância verbal e nominal
Melhorar a concordância verbal e nominal exige prática constante e atenção nos momentos de escrita e fala. Uma dica eficaz é identificar o sujeito da oração antes de conjugar o verbo ou escolher adjetivos, destacando se ele é singular ou plural e se está no primeiro, segundo ou terceiro núcleo da frase. Em textos mais longos, faça uma revisão focada apenas nesses núcleos e verbos, verificando ponto a ponto se a concordância verbal e nominal está correta, especialmente em orações subordinadas e sujeitos compostos. Esses exercícios de checagem ajudam a criar o hábito de tratar a gramática com naturalidade, sem precisar recorrer a regras de forma mecânica.
Outra estratégia valiosa é ouvir e ler conteúdos de qualidade, prestando atenção em como falantes e escritores experientes usam a concordância verbal e nominal em diferentes contextos. Ao perceber padrões em frases que antes causavam dúvidas, o cérebro internaliza a lógica por trás da concordância, facilitando a produção própria. Combinar essa exposição à língua com a prática de reescrever trechos problemáticos ajuda a fixar a regra de forma mais intuitiva. Trate a concordância verbal e nominal como uma habilidade que se aprimora com o tempo, paciência e atenção aos detalhes.
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Conclusão
No fim das contas, a concordância verbal e nominal não é apenas uma questão de regra gramatical, mas de clareza, coesão e respeito pelo interlocutor, seja ele leitor, ouvinte ou até mesmo você mesmo no futuro. Ao estudar e aplicar as orientações sobre sujeito, verbo, adjetivos e pronomes, você transforma a língua em um instrumento mais preciso, capaz de transmitir ideias sem distorções e interpretações indesejadas. Errar é parte do processo, mas corrigir e evoluir é o que garante que a concordância verbal e nominal se torne um hábito natural, presente em todos os seus textos e conversas.