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Dominar o exercício sobre concordância nominal é um dos pilares para quem busca falar e escrever português com precisão, clareza e fluência, pois garante que sujeitos e nomes acompanhem corretamente os verbos e adjetivos em número e gênero.
O que é a concordância nominal e por que ela importa
A concordância nominal é o regramento que determina a igualdade entre o núcleo do sujeito e o verbo ou adjetivo em uma oração, respeitando número (singular ou plural) e gênero (masculino ou feminino). Sem ela, as frases ficam confusas, difíceis de entender e parecem desestruturadas, mesmo que a mensagem básica seja captada. Portanto, trabalhar um exercício sobre concordância nominal é essencial para evitar erros habituais e ganhar confiança na hora de se comunicar.
Essa regra abrange desde sujeitos simples, como "a menina corre", até sujeitos compostos, como "o menino e a menina correm", passando por construções mais avançadas, como orações subordinadas substantivas como sujeito. Um exercício sobre concordância nominal bem elaborado costuma apresentar orações com sujeitos irregulares, nomes coletivos e situações de concordância oculta, ajudando o praticante a enxergar os núcleos por trás das complexidades sintáticas.
Identificando o núcleo do sujeito é a base para acertar
Antes de aplicar qualquer exercício sobre concordância nominal, é preciso entender como localizar o núcleo do sujeito, que pode ser simples ou composto. O núcleo é o termo que indica necessariamente pessoa, lugar, coisa ou ideia e determina o número e o gênero que se refletirão no verbo ou no adjetivo. Por exemplo, em "as crianças brincam", o núcleo é "crianças", que é plural, então o verbo também deve estar no plural.
Um exercício eficaz costuma incluir sujeitos ocultos, como "quem gosta de futebol está se divertindo", onde o núcleo implícito é "quem" e exige atenção para concordar com o verbo no singular. Ao treinar a identificação do núcleo em diferentes estruturas, o estudante internaliza rapidamente como tratar sujeitos compostos, como "o diretor e a diretora", que exigem verbo no plural, mesmo estando ligados por "e".
Regras de concordância para sujeitos compostos e coletivos
Quando sujeitos são unidos por "e", o verbo geralmente vai ao plural, mas é preciso cuidado com os coletivos. Em um exercício sobre concordância nominal focado nesses casos, é comum encontrar orações como "a caixa e o cesto estão cheios", onde dois substantivos distintos ligados por "e" exigem plural. Já frases como "a família está reunida" pedem o singular, porque "família" é um coletivo que se considera um único conjunto, a menos que se queira destacar os indivíduos ("a família estão discutindo").
Outra armadilha comum são os sujeitos compostos por artigo + substantivo + adjetivo, como "o velho e o novo contrato". Um exercício bem planejado ensina a tratar cada núcleo individualmente e, em seguida, aplicar a regra de que, quando há dois ou mais núcleos ligados por "e", o verbo deve concordar no plural. Isso evita erros como "o velho e o novo contrato está pronto", que deve ser "estão prontos" para concordar com "contratos".
Concordância em orações subordinadas substantivas como sujeito
As orações subordinadas substantivas que funcionam como sujeito da oração principal são um campo fértil para erros de concordância nominal e, por isso, merecem atenção especial em qualquer exercício sobre concordância nominal. Por exemplo, em "o fato de ele ter falado comigo surpreende você", o sujeito é a oração "o fato de ele ter falado comigo", que é singular e exige verbo no singular ("surpreende").
Um exercício avançado costuma apresentar orações com "que", "como" ou infinitivos no núcleo, exigindo que o aluno reconheça a singularidade da estrutura. Isso ajuda a evitar falsos equívocos, como escrever "o que ele disse e fez chamam atenção" sem o "s" no verbo, que deveria ser "chamam" no plural, já que o sujeito é composto por duas ações ligadas por "e".
A prática constante e a aplicação em situações reais
Resolver um exercício sobre concordância nominal regularmente é a chave para internalizar as regras e evitar erros em textos pessoais, profissionais e acadêmicos. A prática deve variar entre orações simples, sujeitos compostos, coletivos, subordinadas e nomes modificados por adjetivos ou pronomes, cobrindo desde o básico até o mais sofisticado da língua.
Aplicar a concordância nominal em situações reais, como redações, e-mails e relatórios, torna o aprendizado mais significativo. Ao revisar textos próprios ou alheios, o estudante desenvolve um "olho crítico" que identifica falhas de concordância e corrige naturalmente. Isso fortalece a clareza, a credibilidade e a elegância da comunicação escrita e falada.
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Conclusão
Trabalhar sistematicamente com exercício sobre concordância nominal é um investimento de curto e longo prazo na precisão linguisticamente correta, essencial para estudantes, profissionais e qualquer pessoa que queira se expressar com confiança no português. Ao dominar a identificação do núcleo do sujeito, as regras de concordância para sujeitos compostos e coletivos e a aplicação em orações subordinadas, o praticante reduz erros, ganha fluência e comunica com maior clareza. Portanto, dedique tempo a praticar e transforme a concordância nominal em um hábito que apareça naturalemente na sua produção linguística.