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Indique a alternativa em que não há erro de concordância é o comando que muitos estudantes e profissionais deixam de dominar, pois envolve uma das bases gramaticais mais cobradas em provas e avaliações formais.
Por que o erro de concordância é tão comum
O erro de concordância aparece quando o sujeito e o verbo não "falam" a mesma língua no sentido de número e pessoa, ou quando regentes internas atrapalham a ligação correta. No português, isso pode acontecer com nomes coletivos, quantificadores, distrações entre o sujeito e o verbo ou até com a própria ordem da frase.
Quando se analisa uma questão de concursos, por exemplo, é comum ver alternativas com regência verbal ambígua, adjetivos que não batem com o substantivo ou construções que misturam número singular e plural de forma inconsistente. Por isso, identificar a estrutura real do sujeito é o primeiro passo para escolher a alternativa em que não há erro de concordância.
Regras de ouro para identificar a concordância nominal
A concordância nominal, ou seja, a ligação entre substantivos e seus adjetivos, exige atenção ao gênero e ao número. Um erro bastante recorrente é usar adjetivo de forma errada em relação ao substantivo, como "o casa bonita" no lugar da forma correta "a casa bonita".
- Gênero: use adjetivo que combine com o gênero do substantivo, seja ele masculino ou feminino.
- Número: o adjetivo deve estar no plural se o substantivo for plural e no singular se for singular.
- Posicionamento: em português, o adjetivo geralmente vem depois do substantivo, exceto em casos de beleza, verdade, mágoa e algumas expressões fixas.
Portanto, para escolher a alternativa em que não há erro de concordância, é preciso cruzar a informação do núcleo do sujeito com o adjetivo, verificando se ambos estão no mesmo gênero e número.
Como tratar sujeitos compostos e distrações
Muitas vezes, o sujeito da oração é composto por mais de um núcleo, o que exige a concordância no plural. Exemplos clássicos incluem expressões como "joão e maria", "carlos ou maria", "nem os alunos nem o professor" ou "todos os alunos e o professor".
- Quando há "ou", "nem nem" ou "quer quer", o verbo geralmente concorda com o núcleo mais próximo.
- Expressões como "vários", "vários alunos", "um grupo de alunos" exigem atenção ao núcleo central para definir se o verbo será singular ou plural.
- Distrações gramaticais, como preposições, adjetivos possessivos ou complementos, podem mascarar o sujeito real, dificultando a identificação da forma verbal correta.
Assim, analisar a frase com calma, isolando o núcleo do sujeito, permite escolher a alternativa em que não há erro de concordância, mesmo diante de elementos que promovem desvio de atenção.
A regência verbal e os modos de uso do verbo
A regência verbal envolve a ligação entre o verbo e seu complemento, que pode ser indireto, direto ou preposição. Erros de regência aparecem quando o verbo é acompanhado de uma preposição que o substitui ou quando se emprega um verbo transitivo exigindo outro tipo de ligação.
- Verbos transitivos diretos aceitam objeto direto sem preposição.
- Verbos transitivos indiretos exigem preposição para introduzir o complemento.
- Verbos intransitivos não exigem complemento, exceto em casos de regência espontânea ou de núcleo verbal específico.
Portanto, para indicar a alternativa em que não há erro de concordância, é essencial verificar se o verbo está sendo usado com a preposição correta e se o sentido da ação está alinhado com a estrutura esperada em provas oficiais de língua portuguesa.
Dicas práticas para resolver questões de concursos
Na hora de resolver uma questão gramatical, especialmente em concursos públicos, a estratégia eficaz é partir para a marcação das regras que impedem a ocorrência de erro de concordância. Comece identificando o núcleo do sujeito e classifique-o em singular ou plural.
- Sublinhe a parte verbal e observe a pessoa e o número nela presente.
- Isole distrações, como preposições, artigos e adjetivos, para não se confundir.
- Compare cada alternativa com as regras de concordância nominal e verbal.
- Valide a opção que apresentar sujeito e verbo no mesmo número e pessoa, além de evitar regência incorreta.
Essas práticas ajudam a reduzir erros e a escolher a alternativa em que não há erro de concordância com confiança, mesmo em questões mais complexas.
A importância do domínio para provas e avaliações
Dominar a identificação e correção do erro de concordância é crucial para quem estuda concursos, exames escolares e testes de proficiência, pois a língua portuguesa costuma cobrar esse conteúdo em diversas bancas e instituições.
Além disso, a clareza na comunicação escrita reflete diretamente na qualidade da argumentação e na compreensão do texto. Quando se consegue indicar a alternativa em que não há erro de concordância, demonstra-se não apenas domínio da gramática, mas também atenção aos detalhes, valor muito apreciado em processos seletivos e avaliações acadêmicas.
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Conclusão
Dominar a identificação do erro de concordância e saber indicar a alternativa em que não há erro de concordância é um diferencial essencial para qualquer estudante que busca aprovação em concursos e provas de língua portuguesa. Ao aplicar as regras de concordância nominal e verbal, analisando sujeitos, verbos e regências com atenção, é possível reduzir erros e acertar com segurança.
Pratique bastante, revise as regras com frequência e confie na análise estruturada da frase para encontrar sempre a alternativa correta.